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INDEPENDÊNCIA
OU MORTE Não foi Dom Pedro II que, em 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga, deu o Grito da Independência? Pois, pois. E agora? Cento e oitenta anos depois, como anda nossa Independência? Será que já não está na hora de novamente soltar o grito de independência que está preso em nossa garganta? Afinal, quem é que manda em nosso País? Quem é que faz nossas leis e quem é que tira proveito disso? Globalização Pois é, vivemos no tempo da “globalização”. O mundo tornou-se uma aldeia global, bem pequenininho. Agora então, com a informática, comunicar-se com alguém do outro lado do mundo é questão de segundo. Globalizamos as informações, a comunicação, os contatos; globalizamos a cultura, a economia. Só não globalizamos a solidariedade, a alimentação, a saúde, o laser, o conforto. Essas coisas, privatizamos! “Não” à ALCA - Área de
Livre Comércio das Américas Por que dizer “não” à ALCA: porque é um acordo que globaliza os sacrifícios e privatiza os benefícios. Jesus já disse que “se alguém soubesse a hora que viria o ladrão, ele não deixaria que sua casa fosse arrombada”. Pois então, a casa das Américas está sendo arrombada com esse acordo da ALCA e tem até gente de dentro de casa abrindo as portas. E a maioria do povo não está sabendo de nada, facilitando o arrombamento da sua casa. “Não” às Negociações Mas negociar não é uma atitude
democrática? Depende. Desde que os negociadores se preocupem com o bem
comum. Mas se um dos dois vem armado com o espírito da Lei de Gerson
(tirar vantagem de tudo) aí a coisa muda de figura. Aí a corda arrebenta
do lado mais fraco. E, vamos e venhamos, não será esse o caso do acordo
entre os Estados Unidos e o resto das Américas? “Não” à Base Militar de Alcântara - Maranhão Aí nem se discute. Enquanto milhões de famílias de sem-terra não recebem sua terrinha para plantar e produzir, não vamos deixar que lavradores e pescadores tenham que abandonar suas terras para a instalação de uma Base Militar dos Norte-Americanos. Afinal, somos ou não somos uma nação soberana? É por essas e outras que, na Semana da Pátria, vamos dizer “SIM À SOBERANIA” e “NÃO À ALCA”.
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