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Angella Lemos


Família, Demonstre o seu Amor

 

Estava aqui pensando no que escrever para refletirmos. O tema RECOMEÇO me atrai, acho muito interessante.Ao recomeçar, a primeira coisa que vem à mente é ter que mudar tudo, não é mesmo? Uma coisa é certa, tem que ser uma mudança radical, decisiva. É muito difícil sair da rotina, dos hábitos, do vício, mas não é impossível." TEM QUE ACREDITAR, QUERER E FAZER. "

O certo é ficar alerta para não cair nas tentações de algum vício. Há vários tipos de vícios: da maledicência; da limpeza; do regime; de praticar exercícios físicos; e muitos outros. Mas, o que mais preocupa mesmo é o vício do fumo, das drogas e do álcool no jovem. 


As drogas modificam as funções orgânicas, criando a dependência e provocando mudanças de comportamento, como por exemplo: troca o dia pela noite; esconde objetos pessoais; rejeição de antigos amigos, mudança na forma de se vestir; uso de óculos escuros em lugares fechados, sintomas de calafrios no verão, suores no inverno, pupilas dilatadas ou contraídas, taquicardia, secura da boca. Descobri, lendo o livro Vencedor Não Usa Drogas, do psicólogo Edson Ferrarini, que o jovem se decepciona com o mundo do adulto, somente enxergando as contradições e as injustiças. Vê que não é nada daquilo que aprendeu com os pais. A decepção leva ao desequilíbrio.

Diante da impotência para alterar essa ordem das coisas, o jovem se revolta ou se retira. A escola e a família devem perguntar-se: Estamos dando ao jovem aluno condições para suportar a pressão, para dizer "TÔ FORA!", quando alguém  oferece droga? Será que estamos preparados para não transmitirmos nossas neuroses, angústias e desilusões ao jovem que nos cabe orientar?

Se não estiverem em paz com sua consciência diante dessas perguntas, a droga está mais próxima do que se pode imaginar. Deve haver união "escola-família" para lidar com as carências dos jovens. Não deixe que seu filho seja
adotado por um traficante.O amor, o interesse e a compreensão são barreiras intransponíveis entre o jovem e a droga. Sem o apoio, carinho e diálogo, esta família assume a característica mais próxima do mundo que eles detesta e, então, a ignora e afasta-se. Não importa o tamanho dos seus filhos, ponha-os sentados no seu joelho, mesmo que só para um beijo, ame-os. É gostoso e eficaz para a segurança do jovem.

RECOMECE perguntando-lhes  “Como foi o dia de hoje?”(mas pergunte com vontade de ouvir a resposta, disposto a escutar, não a criticar).Você, numa hora dessas, pode ouvir o seguinte: “Papai, o que faço, alguns amigos meus estão com problemas: DROGAS!”

RECOMECE sem estardalhaço, ouça com atenção, abrace-os, ame-os. Procure ajuda sobre como agir sem afugentar seu filho, provocando nele o desejo de provar a droga. Há unidades de apoio gratuitos que ajudam na prevenção e cura.

                       


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