Milton
Botelho |
Acordo Quebrado Milton
Cooper nos diz que em 1955 os alienígenas decepcionaram Eisenhower e
quebraram o acordo firmado anos antes. Corpos humanos mutilados por tais
seres foram encontrados junto a animais, também mutilados, em todos os
cantos dos EUA (hoje, em todo o mundo, intensificado pelo “Fenômeno
Chupa-Cabras”, limitado até então aos animais). Os
agentes do “MJ-12” descobriram que o acordo havia sido feito também com
a ex-União Soviética;
que os Ets estavam manipulando populações inteiras através de
sociedades secretas, feitiçaria, magia e movimentos religiosos, que estavam
escondendo suas listas de vítimas seqüestradas ou apresentando-as
incompletas ao “MJ-12”. Este
grupo, por sua vez, era formado à época
por Nelson Rockfeller, o diretor da CIA, Allen Welsh Dulles, o secretário
de Estado John Foster Dulles, o secretário de Defesa Charles F. Wilson, o
Almirante Arthur Redford, o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, além de mais 6
homens do “Conselho de Relações Exteriores”
FRC) que pertenciam a uma sociedade secreta de acadêmicos que se
auto-intitulavam de “Sociedade Jason”
ou “Jason Scholars”. Eles recrutavam os membros de sua equipe das
sociedades operantes dentro de universidades como Harvard e Yale. A equipe
se reunia em número de 12, e por isso o nome de “MJ-12”, e era formada
por oficiais e diretores do “FRC”e, mais tarde, por membros da “Comissão
Trilateral”. Homens como Gordon Dean, George Bush e Zbingniew Brzezinski
estavam entre eles. Esse comitê sobrevive até os dias de hoje: com
Eisenhower e Kennedy foi chamado de “Comitê 5412”; na administração
Johnson, “Comitê 303”; nos governos Nixon, Ford e Carter, “Comitê
40”; e, com Reagan, tornou-se “Comitê PI-40”. Milton Cooper também informa que o “MJ-12” descobriu, através dos relatos de seqüestrados, que os Ets estavam usando humanos e animais para obter informações sobre secreções glandulares, enzimas, secreções hormonais, sangue, etc., e estavam realizando horríveis experimentos genéticos, esclarecendo, assim, as mutilações. Quando questionados a respeito, os Ets explicaram que sua estrutura genética havia se deteriorado, que tinham se tornado incapazes de se reproduzir e que se fossem incapazes de restabelecer sua estrutura genética, logo sua raça deixaria de existir. O
Programa Espacial Quanto
ao programa espacial oficial dos EUA {impulsionado pelo presidente Kennedy),
Cooper esclarece que este programa possibilitou
concentrar grandes somas de dinheiro para os verdadeiros projetos
espaciais secretos. Na verdade, uma junta formada pelos alienígenas hóspedes
dos EUA, uma delegação soviética e outra dos EUA, construiu uma base na
Lua antes mesmo que Kennedy desse sua famosa (e muito ingênua) ordem. Desde
o início da exploração espacial norte-americana, todas as atividades dos
astronautas eram acompanhadas por naves alienígenas. A
base lunar “Luna”foi avistada e filmada pelos astronautas da missão Äpoll.
Nas fotos e filmes aparecem cúpulas, cones, altas estruturas circulares que
pareciam silos, imensas naves em forma de “I”, usadas na mineração da
Lua e que deixavam rastros em sua superfície, como também pequenas naves
extraterrestres. O programa espacial oficial é uma farsa, um inacreditável esbanjamento de dinheiro e a maioria dos astronautas da NASA ficou severamente abalada com o que viu no espaço. Isso reflete a importância da revelação de tamanhos segredos e o efeito da ordem de se manterem calados a todo o custo (ou sofreriam graves penalidades; os assassinatos não estavam descartados. Vida
em Marte Além
disso, muito antes dos êxitos espaciais dos EUA, em 22 de maio de 1962,
uma sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um
ambiente favorável à vida humana. Não muito tempo depois, foi iniciada a
construção de uma colônia no planeta Marte. Hoje, existem cidades naquele
local habitadas especialmente por pessoas selecionadas de diferentes
culturas da Terra. É importante frisar que, durante os últimos 40 anos,
quase todas as missões espaciais russas e norte-americanas enviadas àquele
planeta fracassaram; ou perdiam-se ou silenciavam
“inexplicavelmente”... Para se camuflar toda a atividade espacial secreta, foi criada uma idéia de intensa concorrência entre russos e americanos por todos esses anos. Na verdade, ambos são grandes aliados. Nossos pilotos têm feito vôos interplanetários nas naves que são produto de nossa interação com os alienígenas. Estiveram na Lua, em Marte e também em outros planetas. Aliás, sobre a Lua, os governos que já colocaram homens e máquinas em sua superfície têm mentido descaradamente sobre sua real natureza (assim como Marte e Vênus). A Lua tem alguns lagos e represas feitas pelo homem e, em sua superfície, nuvens foram observadas e filmadas. Algumas dessas fotos foram publicadas no livro de Fred Stecling, “Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua”. O Governo dos EUA, a fim de ocultar isto, disse que pretende construir no futuro uma base em Marte e na Lua e que, recentemente, descobriram água dentro de uma cratera lunar... O Assassinato de Kennedy No
entanto, o segredo não pôde ser mantido para sempre, já que o presidente
Kennedy descobriu alguns fatos em relação às drogas e aos alienígenas.
Deu, então, um ultimato ao “MJ-12”, em 1963, ameaçando os seus
integrantes. Se eles não esclarecessem os fatos ao público, ele mesmo o
faria. Assim, foi ordenado o seu assassinato em Dallas, no Texas, como é
sabido. O presidente John Kennedy foi morto pelo agente que dirigia o seu
carro no desfile e o ato, o momento do crime, está plenamente claro no
filme (acompanhe as atitudes do motorista, não as de Kennedy, quando
assistir novamente ao filme). Todas as testemunhas que estavam bem perto do
carro e viram o agente William Greer atirar em Kennedy foram assassinadas até
2 anos após o acontecido. O agente usou uma pistola, operada eletricamente,
alimentada a gás, especialmente desenvolvida pela CIA para matar pessoas a
pequenas distâncias. Ela dispara uma espécie de pílula explosiva que
injeta uma grande quantidade de poção de marisco no cérebro. Tanto é que
nos documentos oficiais está declarado que o cérebro de Kennedy foi
removido; o cérebro, na verdade, desapareceu e a razão disso era esconder
os fragmentos da poção de marisco que poderiam provar definitivamente que
Lee Oswald não era o assassino. Ele, de fato, jamais disparou um tiro
sequer; foi apenas a cobaia... Isso
fica bem claro no documentário intitulado “JFK-The Tapes of Jim Garrison”,
baseado no relatório do juiz Jim Garrison que processou o Governo
norte-americano por conspiração e assassinato do presidente Kennedy. Nesse
filme, entre muitas outras evidências do complô governamental, vemos o
cidadão Lee Oswald parado na porta do prédio do depósito de livros (de
onde se diz que ele atirou) assistindo tranquilamente ao desfile
presidencial. Temos, também, a prova incontestável da falsificação da
mundialmente famosa foto em que ele, Oswald, aparece segurando um fuzil (a
suposta arma do crime). Peritos em análise fotográfica demonstram
claramente a montagem (até certo ponto grosseira) de sua cabeça no corpo
de outra pessoa. O pesquisador Alex Constantine, uma das maiores autoridades
no caso, nos diz que Lee Oswald foi uma das primeiras vítimas do programa
de lavagem cerebral da CIA. Mas a programação falhou e eles tiveram que
chamar outros atiradores. Uma das instalações do “MK-Ultra” era na
Base de Suzuki, no Japão, onde Oswald serviu ao Exército. Ele teve de ser
hospitalizado para extrair as amígdalas e nessa ocasião colocaram um
implante (microchip) na sua cabeça. Ele não funcionou a ponto de torná-lo
um assassino, mas fez com que pudesse ser usado como bode expiatório. Milton
Cooper frisa que todos os filmes sobre o assassinato possuem um segmento
cortado e que nós podemos comprovar isso prestando atenção em uma
pessoa que estava em segundo plano. Ela estava correndo junto,
acompanhando o carro, para cima... e, subitamente, ela aparece correndo na
direção oposta, para baixo. Isso acontece porque na maioria dos filmes ou
clips de TV uma parte foi cortada! No entanto, ao assistir um filme sobre as
profecias de Nostradamus, intitulado “O Homem Que Viu o Amanhã”,
podemos constatar a veracidade das afirmações de Cooper. Esse filme pode
ser encontrado em algumas poucas locadoras de vídeo e vai mostrar a todos o
quão fácil é “enrolar”a opinião pública através dos meios de
comunicação. Mas,
no meio de tanta sujeira e manipulação, não poderíamos deixar de citar
os programas Alternativa 1, 2 e 3. Em 1957, num congresso que reuniu os
maiores cientistas da época, chegou-se à conclusão de que a Terra se
autodestruiria por volta do ano 2000. Isso devido à poluição, superpopulação,
guerras, epidemias, cataclismas naturais, etc. Sendo assim, o general
Eisenhower ordenou aos “Jason Scholars” que fizessem um estudo e
recomendações a respeito. Eles não só confirmaram as previsões dos
cientistas como criaram o conjunto de planos conhecidos como
“Alternativas”. A Alternativa 1 Consistia
no uso de um dispositivo nuclear capaz de fazer um buraco na estratosfera,
através do qual a poluição e o aquecimento escapariam para o espaço.
Apesar de não aprovada na época, as centenas de explosões nucleares
detonadas pelos norte-americanos e russos, a partir de 1945, acabaram por
produzir um imenso buraco na camada de ozônio da Terra, gerando uma
infinidade de efeitos nocivos para o planeta. Mesmo assim, ainda vemos
pessoas ingênuas repetindo os argumentos ridículos usados pelos governos
para justificar os desequilíbrios globais tais como gases liberados pelo
gado nas pastagens, o uso excessivo de desodorantes, o gás das geladeiras,
e outras bobeiras... A Alternativa 2 Visava construir uma vasta rede de cidades subterrâneas ligadas por túneis, nas quais uma representação selecionada de cada cultura da Terra seria escolhida para preservar a raça humana em caso de uma Terceira Guerra Mundial. O resto da humanidade seria deixada na superfície (essa idéia foi abordada de forma cômica no filme “Dr. Fantástico”, de Stanley Krubick). A Alternativa 3 Selecionava
um grupo de pessoas para deixar a Terra e estabelecer colônias no espaço
exterior. Isso incluía despachos de escravos humanos para serem usados no
trabalho manual da construção de bases e estações (Lua e Marte). De
qualquer modo, como todas as três alternativas seriam ações demoradas,
elas incluíam controle de natalidade, esterilização de mulheres e a
introdução de bactérias mortais (guerra biológica) para controlar ou
tornar mais lento o crescimento populacional da Terra. A “AIDS” é
apenas um dos resultados desses projetos. Há outros. Milton W.Cooper nos
alerta que foi decidido pelos “arquitetos biológicos” governamentais,
como ele os chama, que a população deveria ser reduzida e controlada – e
isso visava livrar-nos dos elementos indesejáveis de nossa sociedade tais
como, prostitutas, drogados e homossexuais. O
geólogo e engenheiro Phil Schneider, que trabalhou na construção de várias
bases secretas dos EUA, pois era perito em explosivos, foi assassinado em
1996, depois de ter sido brutalmente torturado. Ele estava convencido de que
o programa “Star War”( Guerra nas Estrelas ) existe para prevenir um
ataque alienígena (isto também foi colocado para o público, de uma forma
um tanto jocosa, no filme “Independence Day”). Disse também, pouco
antes de morrer, que a “AIDS” foi preparada pelo “National Ordinance
Laboratory”, em Chicago em
1972, como arma biológica. O Vírus da AIDS Ele
diz que a razão pela qual sabia disso era que tinha visto a documentação
do “Gabinete de Serviços Estratégicos” e que, para criarem o vírus,
usaram excreções glandulares de animais, humanos e humanóides alienígenas.
Ele afirma que quanto a esses alienígenas com os quais o governo mantém
relações amigáveis, não existe defesa contra seus germes: são uma arma
biológica terrível. Através de outras fontes somos informados de que o vírus
da AIDS foi deflagrado numa campanha de vacinação contra hepatite em
homossexuais efetuada pelo Hospital de Bethseda, nos EUA. Recentemente,
mais uma vez constatei, pessoalmente, a veracidade dessas bombásticas
informações ao assistir a uma reportagem da TV norte-americana intitulada
“BadBlood”, onde ficava provado que os maiores laboratórios farmacêuticos
do mundo “recolheram sangue contaminado de homossexuais para distribui-lo
como plasma para hemofílicos!”. Já
é hora de sairmos desse torpor alienante imposto pelos governos através da
manipulação da mídia. Estamos sendo controlados e guiados com mentiras
astuciosamente disseminadas por indivíduos que sabem como condicionar, cada
vez mais, o “grande rebanho” humano, que é como eles consideram o ser
humano.
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