Milton
Botelho |
A
ufologia (Estudo de circunstância de origem Extra-Terrestre)
preocupava-se inicialmente apenas com a observação direta do fenômeno
até a descoberta da síndrome da abdução ou seqüestro. Durante mais de
40 anos, uma das maneiras de um indivíduo ser considerado louco era
afirmar ao seu psiquiatra que tinha estado em contato com seres estranhos
que desceram de um ovni. Já durante a década de 50, os profissionais de
saúde mental, especialmente nos EUA, mostravam-se inclinados a considerar
essas pessoas como personalidades mal ajustadas à sociedade. O tratamento
aplicado estava destinado a induzir a um comportamento coerente com as
normas sociais. Esses terapeutas foram desencorajados a expressar
publicamente seu interesse a respeito de tais temas devido ao fato de que
a maioria não tem condições
de manter discussões sérias sobre qualquer tipo de fato paranormal,
inclusive sobre o fenômeno Ufo. Há
tempo, muitos abusos vêm sendo cometidos contra as testemunhas de ovnis
por parte de profissionais de saúde mental, incluindo terapia de choque
elétrico, administração de drogas psicotrópicas e outros tratamentos
evidentemente inadequados. Até pouco tempo, chegavam ao ponto de internar
em sanatórios pessoas perturbadas após tais experiências. Sem outra
alternativa, essas pessoas passaram a reunir-se em
grupos de apoio e debate, fazendo com que, na última década, aumentasse
consideravelmente o número de contatados que contou abertamente suas
experiências de abdução forçada em suas casas ou em seus carros, freqüentemente
associadas a processos físicos dolorosos, decorrentes de exames médicos
feitos pelos Ets em suas naves. Algumas mulheres afirmam, inclusive, que
tiveram fetos que carregavam, extraídos. (Fenômeno da gravidez
interrompida), os quais só puderam ver posteriormente, mostrados pelos
Ets que afirmavam ser seus pais adotivos. Se essas histórias tivessem
sido contadas nos anos 50 provocariam reações de extrema desconfiança e mesmo de
deboche. Mas, nos anos 80 e 90 despertaram o que há de mais profundo em
termos de pesquisa das origens e intenções alienígenas. Os últimos
acontecimentos parecem indicar que a relação entre profissionais de saúde
mental nos EUA e as vítimas de ovnis está começando a mudar
radicalmente Muitos médicos e cientistas de saúde começaram a discutir,
publicamente, os tipos de terapias a serem ministradas nas vítimas
de traumas resultantes de contatos imediatos com UFOs e a terapia com
hipnose regressiva tornou-se um dos mais importantes métodos empregados.
E o que hoje em dia está sendo chamado nos EUA e no resto do mundo de
“Emergência Espiritual”, está diretamente relacionado às abduções
alienígenas. Nos
EUA, o surgimento de uma série inédita de conferências sobre o
tratamento e investigação de traumas anômalos (TREAT – “Treatment
of Anomalous Traumas”), organizadas pela psiquiatra Rima Laibow, serviu
como ponto inicial para chamar a atenção de profissionais de medicina,
psicologia e psiquiatria para vítimas ufológicas. O primeiro evento do gênero,
que teve lugar em Fairfield, Connecticut, em maio de 1989, recebeu o nome
de “Conferência Sobre o Tratamento e Investigação das Experiências
de Traumas Anômalos”. Posteriormente, mais dois encontros tiveram
lugar, respectivamente em fevereiro de 1990, no Instituto Politécnico e
na Universidade de Estadual de Blacksburg, na Virgínia, e em março de
1992, na Universidade do Kansas, em Kansas City.
A
partir daí, surge então, mais recentemente, o trabalho do psiquiatra de
Harvard, Dr.John Mach, que corajosamente enfrentou a ira de seus
conservadores colegas de profissão que tentaram manchar sua reputação
com calúnias e comentários depreciativos a seu respeito. Em suas
pesquisas com abduzidos, ele constatou que, com freqüência, as experiências
de abdução seguem com uma família às vezes até por três gerações,
e que a natureza imprevisível de sua recorrência é um dos aspectos mais
angustiantes do fenômeno. Existem sintomas característicos manifestados
pelas vítimas, diz ele, como por exemplo: sensação geral de
vulnerabilidade, principalmente à noite; medo de escuro e de ficar
sozinho à noite, dormir com a luz acesa (quando adulto), pesadelos e
sonhos de estar em estranhas naves voadoras ou enclausurado. Irritações
na pele, cortes, furos ou outras lesões podem surgir da noite para o dia.
Sangramentos nasais, queixas urológicas ou ginecológicas, além de
dificuldade urinária durante a gravidez e sintomas Gastro-Intestinais
persistentes. Gravidez interrompida e implantes deixados nos corpos
dos abduzidos ocorrem com intensidade, afirma John Mach. Em
alguns casos, sente-se bastante frustrado quando altos berros não
conseguem acordar o parceiro adormecido, que pode estar num estado de
inconsciência profunda induzida pelos Ets. Abduzidos narram ter sido
levados para o interior da nave onde são meticulosamente examinados
(pele, cabelo, amostras do interior do corpo). Têm sido descritas
cirurgias na cabeça que alteram o sistema nervoso e instrumentos que
fazem a retirada de amostras de esperma e óvulos. Em
suas palavras, “o aspecto puramente biológico do fenômeno parece ter a
ver com alguma espécie de engenharia genética, com o propósito de criar
uma prole híbrida humano/alienígena. Não temos provas de uma alteração
genética induzida por alienígenas, embora seja possível que tal fato
tenha ocorrido”. Na
verdade, são muitos os relatos de mulheres que chegaram a ver seus
filhos, crianças híbridas, mais velhas, adolescentes e adultos, que
seriam seus filhos, segundo os Ets. Às vezes eles tentam fazer com que as
mães humanas segurem e amamentem essas crianças, que em geral são
indiferentes; também estimulam as crianças humanas a brincarem com as híbridas.
Os
seres alienígenas descritos (geralmente sob hipnose) são de vários
tipos. Altos ou baixos, luminosos ou não tão sólidos como nós, com
aparência reptílica ou bem semelhante à humana, loiros com semblante
parecido com nórdico, etc. Entretanto, de longe, as entidades mais comuns
são os pequenos humanóides cinzas(grays), com 1 metro ou pouco mais de
altura. Mas
é o norte-americano Derrel Sims, chefe de investigação Da “Found for
Interactive Research and Space Technology”(FIRST), o mais conhecido
pesquisador de implantes hoje em dia. Ex-funcionário da CIA e de outras
agências de informação dos EUA, possui formação na área médica com
especialização em hipnoterapia e hipnoanestesia. Atualmente, Derrel
coleciona um conjunto de artefatos alienígenas retirados de humanos e
acredita que uma explicação completa para o fenômeno Ufo tem que
necessariamente passar pela pesquisa da abdução e dos implantes. Ele vem
trabalhando em parceria com a equipe cirúrgica do Dr.Roger Leir, trabalho
esse que recebeu recentemente enorme atenção da mídia após a remoção
de vários objetos estranhos do corpo humano de pessoas abduzidas. As peças
de metal no organismo desses pacientes estavam
envolvidas num denso labirinto membranoso e numa trama de proteínas
e coágulos. Os cirurgiões nunca haviam visto nada parecido em muitos
anos combinados de trabalho. O Dr.Leir foi avisado, antes das cirurgias,
que se os objetos fossem de natureza alienígena, não haveria células
inflamatórias e deveria haver células nervosas do tipo errado presentes.
Depois de prontos os relatórios, o Dr.Leir fez descobertas incomuns: não
havia reações inflamatórias, e os preceptores nervosos estavam
presentes; havia células erradas para aquela parte do corpo. Então, o
“National Institute of Discovery Science” (NID) concordou em custear a
pesquisa após uma rigorosa avaliação de 16 profissionais de altíssimo
nível. Os objetos foram então transferidos para “Los Alamos” e,
posteriormente, para o “Novo México Tech” para a realização de
testes qualitativos e quantitativos, respectivamente. A conclusão, após
meses de testes e grandes gastos, foi a de que as amostras eram de origem
meteórica. Os metalurgistas não sabiam que objetos tinham sido extraídos
do corpo humano. Quando o Dr. Leir os informou disso, a reação veio com
um sonoro “impossível!”. Ao que tudo indica, os objetos não são
rejeitados pelo corpo humano, pois estão “embrulhados” numa densa
membrana fibrosa de material queratinoso própria da superfície cutânea.
Um Laureado “Nobel” afirmou a um dos cirurgiões que se essa amostra
pudesse ser substanciada e isolada, a rejeição por órgãos
transplantados seria coisa do passado e que isso seria uma descoberta
digna de um prêmio Nobel. O
Dr. Derrel Sims nos diz: “Temos alguns objetos muito pequenos que seriam
implantes nasais extraídos de crianças abduzidas, além de um implante
ocular do tamanho de um grão de mostarda, implantes de joelho e um objeto
em forma de meia lua, que foi removido do braço de um abduzido e uma
variedade desses objetos. Estamos freqüentemente em busca de pessoas com
supostos implantes que desejem ter esses objetos estudados in situ, e posteriormente extraídos”, conclui.
|