João Batista Lago |
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E$tratégia$ de $uce$$o (Parte II) No artigo anterior enumerei algumas ferramentas fundamentais e indispensáveis
para que se, alcance o sucesso
- seja no campo pessoal, profissional ou empresarial. São elas:
Positividade, Flexibilidade,
Organização, Planejamento,
Foco, Mercadologia e Comunicação.
Hoje vamos falar sobre a primeira dessas ferramentas: a Positividade. Se pretendemos introjetar
o sucesso, e a partir daí criar uma ambiência e vivência culturais, devemos primeiramente fazer uma introvisão,
ou seja, é necessário vasculhar nossa caverna pessoal para aprender
a desaprender, para em seguida aprender, e novamente desaprender para
reaprender a aprender. Parece um trocadilho de palavras para causar
efeito. Não é nenhum trocadilho, mas causa efeito. Pense nisso. Aqui
e Agora. Feita essa viagem, acredito,
você deve ter encontrado uma série de pontos obscuros que o impedem
de ser feliz. Seja por um momento apenas. É exatamente nesse aqui
e agora que você deve manter-se.
Descubra-se. Sem essa viagem, sem
esse aprofundamento pessoal,
sem essa análise unilateral, indivisível e apessoal, não conseguimos
estancar essas partes do todo triste ou infeliz ou carregado de negatividade. Não importa, pois, a
dificuldade do momento. Devemos manter uma postura de positividade para
criar, além da simpatia... a empatia. Ser positivo ou ter uma
cultura de positividade requer que saibamos aceitar a outra pessoa exatamente
como ela é: com virtudes e defeitos, bonita ou feia, branca ou negra,
magra ou gorda, baixa ou alta... e assim sucessivamente. Mas sem nos
permitir que sejamos atraídos por quaisquer das virtudes ou defeitos
da outra pessoa. Se isso vier a ocorrer, com certeza, não há positividade. Creio que chegamos a
um bom entendimento conceitual de positividade. Assim sendo, é fundamental
relembrar: todo e qualquer sucesso depende - como dependerá sempre -
da manutenção dessa ferramenta. Ser positivo ou manter-se em processo
de positividade requer introvisão.
Exige que nos mantenhamos no Aqui
e Agora. E para concluir este
capítulo, que não entrou no detalhamento da especificidade, mas preferiu
procurar fazer entender o seu enunciado, finalizo-o acrescentando: o
difícil do sucesso é ser simples. Até o próximo capítulo...
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