Wilson Pacheco |
|
Comenta-se
em minha terra de que agosto é mês de cachorro louco. Que
também brota o pessegueiro e os velhos morrem. Assim, nos mesmos
agostos, nos quais, morreu Getulio Vargas e Jânio Quadros renunciou
à Presidência, tivemos anunciado a morte do Jornalista
Roberto Marinho mascarando a punhalada nas costas do eleitorado brasileiro,
requintada com o vômito amargo da pecha de “vândalos”
aos funcionários públicos, eleitores do Partido da Traição
(PT), que inconformados com o descaso da câmara dos deputados
(escrito propositadamente com letra minúscula) ao votar a maldita
e mentirosa reforma da previdência, quebraram os vidros do palácio
do “brasiliano Senado Romano”.
Vândalo é o funcionário público que usa como
arma uma simples pedra contra a sua frágil vidraça, mas
não é vandalismo seus líderes tentarem assediar
os membros dos partidos que se opõem ao seu programa para traírem
suas legendas e votarem a favor da traição presidencial?
Agrava-se este fato quando os verdadeiros membros do Partido dos Trabalhadores
(não aqueles do Partido da Traição) devem ser eliminados
por interpretação de traidores, por não compartilharem
desse seu clube de assédios.
O Senhor está de parabéns Presidente. Sua pouca qualificação
intelectual, tal e qual os soldados do império Romano (os mais
fortes serviam de bucha de canhão enquanto os mais inteligentes
ficavam nas cidades) o fez partir para a guerra cega e surda, não
atendendo o clamor de quem o elegeu, somente porque negava essas malditas
reformas que não interessam legitimamente ao País. Não
escutou o clamor dos mais lúcidos que ainda tentam manter o T
de Trabalhador e não de Traidor e fez, de forma intempestiva
as mudanças que em nada, absolutamente nada vão trazer
de desenvolvimento para a Nação. Isso é vandalismo,
Senhor Presidente. O mesmo vandalismo que faziam antigos governos ao
realizar votações rapidamente e na calada da noite. Nossa alegria é de que o Partido dos Trabalhadores, digo Traidores, morre na sua administração, pois está usufruindo com galhardia da mesma corda que enforcou Leck Valessa e o seu “Solidariedade” no deslumbramento pelo poder.
A história é cíclica, Senhor Presidente, e o “vândalo”,
vai ser devolvido, com juro e correção monetária,
já nas próximas eleições municipais.
|