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SIDNEY MOTTA |
FOTÓGRAFO |
PERU |
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Carioca,
historiador e fotógrafo, Sidney Motta já fez de tudo um pouco. Foi laboratorista
de estúdio fotográfico, assistente do fotógrafo suíço Barnabás Bosshart,
trabalhou no jornal O Dia, foi free-lance da France Press,
Caras, Estado de São Paulo, e sócio de agência de fotojornalismo. Como fotógrafo
tem interesse por tudo que o cerca, mas quando se mistura o historiador
ao fotógrafo, seu interesse aponta para o lado da documentação social,
com forte ênfase no cultural. Aos quarenta e dezessete de profissão, vive atualmente em Lima no Peru onde faz Doutorado em história na Universidade de San Marcos. De lá, como Colunista da EVIRT estará nos inteirando sobre suas andanças, pesquisas e descoberta sobre hábitos e formas de se enfrentar as diversas faces da sobrevivência. |
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JOAQUIM
SATURNINO SILVA |
ADVOGADO |
SÃO
PAULO |
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| Natural
de Paranavaí no Estado do Paraná, Joaquim Saturnino da Silva tem desenvolvido
suas atividades profissionais em São Paulo onde formou-se em Direito.
Amante da literatura, tornou-se escritor com dois livros publicados; Unidade
Dividida, obra de Crônicas e Poesias e Uma nova maneira de caminhar -
dentro da linha de auto-ajuda e que foi distribuído gratuitamente por
uma conceituada empresa de Engenharia em São Carlos-SP. Instrutor do IBPA
– Instituto Brasileiro de Psicoterapia Autógena onde tem ministrado cursos
gratuitos de motivação e auto-ajuda, estréia sua coluna na EVIRT, após
ter suas crônicas recomendadas pelo Professor e também Cronista, Serg
Smigg.
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PAULO
EDUARDO GOMES |
VEREADOR |
RIO DE JANEIRO | ||
| O
Engenheiro Paulo Eduardo Gomes, 51 anos, sempre esteve ligado a movimentos
populares. Atuante na organização de sua categoria, na defesa
dos interesses dos trabalhadores da Embratel e principalmente nos movimentos
de cunho nacional. Em 1987, liderou a greve contra a execução
do contrato entre a Embratel e o consórcio Globo/Bradesco, que
quebrava o monopólio estatal nas telecomunicações.
Como resultado, o contrato foi rescindido.
Na Assembléia Constituinte, mesmo sem o poder do mandato, lutou pelo turno de seis horas, pelo direito de greve, pela defesa das estatais e pela anistia dos trabalhadores destas estatais, demitidos por motivos políticos. Em 2000, foi eleito vereador com 6.550 votos, a segunda maior votação da história de Niterói e a maior já alcançada por um candidato do PT. |
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