Nota do Autor


A Hora da Mobilização

Prezados amigos é chegada a hora da nossa mobilização articulada na luta contra a violência. Abra o seu coração, nos dê as mãos. Vem! Vamos construir uma ponte para a paz?

A violência urbana devastadora dos dias de hoje é uma componente da violência generalizada, que tornou tão horrorosa a carcarejada civilização moderna. Deixou-a espantosamente feia, destituída dos valores morais, espirituais, morais e éticos.

Esta já não reúne mais as qualidades transcendentais de urbanidade, porisso está totalmente descosmificada, destituída da beleza interior.
Enquanto uma pequena parte da sociedade se envaidece com a tecnologia de ponta produzida pela ciência, há por toda parte milhões de pessoas montadas na infelicidade, na fome, na miséria, na desnutrição, no desemprego, no empobrecimento progressivo da economia globalizante.

A sociedade se tornou espantosamente cruel e feia. A caridade encolheu, o amor murchou e ninguém sente pena de ninguém. Os mendigos, os drogados, os desempregados, os sem- terra, os sem- teto, os sem-nada, se amontoam pelas calçadas das ruas, pelas praças, pelas praias,etc. e ninguém os nota, ninguém se sensibiliza com eles, ninguém se apieda deles. Os corações endureceram, as pessoas perderam a sensibilidade e a capacidade de assombro. Não importamos mais com o nosso semelhantes!

Há os carros do ano, os televisores, os computadores, os bens e insumos da tecnologia de ponta; há os mostruários, as vitrines das luxuosos shoppings,que definitivamente estão fora do alcance dos deserdados pela sorte. Isto é desequilíbrio social, é violência generalizada. As pessoas dos centros urbanos destes tristes tempos tornaram-se agressivas, desassossegadas, ansiosas, tensas, estressadas, demasiadamente grosseiras. A amizade, a sinceridade, solidariedade, a preocupação com o semelhante, a empatia, etc., são valores perdidos pela sociedade urbana. Gemem os famintos desnutridos, os doentes sem assistência médica hospitalar. Da mesma forma murmura a multidão carregada de encargos sociais, impostos, taxas exorbitantes e pesados aluguéis, etc. As dívidas e a inadimplência tem pego a todos; da mesma forma que nos devem, devemos aos outros. Ninguém vive com tranqüilidade, todos estão mergulhados nas preocupações, que estão despedaçando o cérebro e ninguém mais tem felicidade.

A maior parte dos políticos, dos detentores do poderio econômico, revestidos de ostentação, brincam com a diplomacia e se apoiam na burocracia, fazem malabarismo político, sem que lhes importa em pouco com a dor dos povos.

Se os pobres não são felizes, por estes tempos, os ricos também não são e muito menos a classe média que fica entre a cruz e a espada. Como disse o Dr. Samael: "ricos e pobres, crentes e descrentes, comerciantes e mendigos, sapateiros e funileiros, vivem porque têm que viver; afogam no vinho suas torturas até se converterem em drogados para escapar de si mesmos.

As pessoas das cidades tornaram-se agressivas, tensas, stressadas, maliciosas, receosas, descosmificadas, astutas, perversas, atc. Todo mundo engana todo mundo. Ninguém acredita mais em ninguém. A burocracia(desconfiança) aumenta escandalosamente dia após dia. Impõem-se registros de todas as espécies, certificados, documentos, etc.

Já não há mais empregos para todos. Já não há mais felicidades para a maioria dos seres humanos. Com inversão de valores, perdeu-se o verdadeiro sentido da convivência, da amizade, do amor, etc. A televisão, o cinema, os meios de comunicação em massa banalizam intensivamente o sexo, tornando-o animalesco, selvagem e desprovido do romantismo e do amor. Casam-se hoje e separam-se amanhã. O homossexualismo, o lebianismo, o sexo deturpado, tornaram-se comuns e normais nesta época de valores invertidos.

Boa parte da internet está desvirtuada, está sendo instrumentalizada e usada propagação ideológica ou comercial de idéias e produtos nocivos à sociedade. A internet com a sua extraordinária capacidade de comunicação possui inúmeros escritos, enúmeras páginas preenchidas por ideais macabros, por mentes distorcidas, interessadas em dissiminar a violência sob a forma de: herotização, banalização do sexo, anomalias sexuais como a pedofilia, onanismo, lesbianismo, homossexualismo e muitos outro tipos de sexos antinaturais pervertidos, venda de drogas, armas e instruções para fabricação de bombas, etc.

Há crimes hediondos, seqüestros, guerras e mais guerras, revoltas e mais revoltas, guerrilhas e mais guerrilhas, atropelamentos no trânsito, batalhas nos campos de futebol, nos clubes sociais, grandes aglomerações, etc. Onde quer que haja concentração de pessoas reside o perigo. Há roubo, assaltos, seqüestros de todos os tipos, há muita confusão de todos os tipos nas cabeças das pessoas, é o caos instalado. E o caos é o beco- sem- saída deixado pelo rastro da violência. No caos há muita perda de energia, de esforço, porém não aparece solução para os problemas. Caos é caos, é razão de ser da desordem. Para vivermos equilibradamente em meio ao caos, buscando a paz permanentemente e a felicidade, precisamos conhecer e aplicar a Psicologia Revolucionária do VM. Samael. Com a vivência da Psicologia Revolucionária, certamente pensaríamos e agiríamos diferente.

Muitas pessoas desta época confundem prazer com felicidade. Apesar de existirem momentos prazerosos, muito bons, etc., entretanto isto não é felicidade. Orgias, erotização, glutonaria, etc. não trazem felicidade.
Se não conhecermos a prática da Psicologia Revolucionária, passamos a vida toda atrás da felicidade por todos os lados e chegamos à morte sem tê-la encontrado. Não há neste mundo cruel que vivemos pessoas realmente felizes, toda massa humana é muito infeliz, seja constituída de pobre ou de rico.

Há muitos ambiciosos cheios de dinheiro, carregados de problemas, de medo de seqüestro, de assalto, etc. Conclusão, não são felizes. De que adianta ser rico de coisas materiais e espiritualmente , desprovido de amor, de paz, de felicidade, etc. Estes pobres magnatas são mais desgraçados do que os pobres mendigos da rua. A verdadeira paz, a verdadeira felicidade está diretamente ligada às coisas internas, não têm conexão com as coisas materiais, efêmeras, com as coisas que passam com tempo, que dependam do dinheiro.

Em busca da tão propalada paz, muitos se perdem pelo caminho, tentam escapar rota da infelicidade através das drogas, do alcoolismo, porém colidem frontalmente com a violência e ficam presos definitivamente no mundo das drogas, dos vícios.

Ao estudar e aplicarmos a Psicologia Revolucionária do Mestre Samael, descobriremos as reais causas da violência, da miséria, do desemprego, da fome, da dor, das amarguras, da infelicidade, etc. E quando descobrimos as causas verdadeiras de tanta amargura, de tanta violência, de tanta infelicidade e daí podemos errádicá-las.