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ÚLTIMA HORA: 69 Anos
   

O debate na ABI - Associação Brasileira de Imprensa, no dia 13 de julho, lembrou os 60 anos do jornal “Última Hora”, fundado por Samuel Wainer em 12 de julho de 1951. Vários profissionais que trabalharam no jornal fizeram parte da mesa como palestrantes.

 

Presidida por Maurício Azedo, presidente da ABI. Teve a formação inicial com Domingos Meirelles, Benício Medeiros, Theodoro de Barros, Maurício Azedo, Milton Coelho da Graça, Alcyr Cavalcanti, Pinheiro Júnior e Pery Cotta.

 

Domingos Meirelles, Benício Medeiros, Theodoro de Barros, Maurício Azedo, Milton Coelho da Graça, Alcyr Cavalcanti, Pinheiro Júnior e Peri Cota .(da esquerda para a direita)

   

Pinheiro Júnior autografando o livro
“Última Hora (como ela era)”

 

Antes dos debates houve o lançamento do livro, escrito por Pinheiro Júnior, “Última Hora (como ela era)”, com o prefácio de Maurício Azedo.

 
   

Para Pinheiro Júnior a “Última Hora encarnava o jornalista Samuel Wainer, assim como Samuel Wainer era a própria encarnação da Última Hora”. Um não existiria sem o outro. Além das palestras, dos debates, do lançamento do livro houve uma exposição da primeira página de algumas edições e uma projeção de fotos dedicada a Samuel Wainer e a todos os que lutam para construir um Brasil melhor. A homenagem aos 60 anos do jornal “Última Hora” contou com a presença dos alunos e de diretoras do CIEP SAMUEL WAINER, com os professores Hélio Alonso, Luiz Carlos de Abreu, do SEPE - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação, com muitos profissionais que ajudaram a escrever o nome “Última Hora” na Historia do Jornalismo no Brasil e de três netos de Samuel Wainer: Noêmia, Felipe e Gabriel.

 
 
A Edição Histórica
 
   

O debate colocou em destaque dois pontos importantes. O primeiro foi à existência de várias “Última Hora”. Com e sem Samuel Wainer. O segundo a emoção que provoca até hoje. Isso ficou claro nos aplausos provocados por Alcyr Cavalcanti ao ler um texto de Jorge Amado sobre Samuel Wainer:

“Samuel Wainer, em determinada época simbolizou tudo quanto neste país significa independência política, progresso, povo. Levantou as bandeiras das grandes causas e por elas lutou, usando todos os recursos de uma inteligência lúcida e de uma imaginação criadora, e de um patriotismo sem limites. Patriotismo, eis a palavra-chave, a que melhor explica a saga histórica de Samuel Wainer. Por isso mesmo, os representantes da reação, do atraso, do obscurantismo, tentaram por todos os meios destruí-lo, liquidá-lo”.

 
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