Os Caboclos da Lua
EMBLEMA
a) O sol, a lua e outros planetas formaram circunferências em torno deste trabalho, o qual está localizado no centro da esfera. Este livro oferece influências, esclarece a muita gente que tiver oportunidade de leva a ver coisas impossíveis de acontecer e que acontecem pela força do pensamento e pela fé no Espírito Santo.
b) Os raios do sol resplandeciam no céu. Quando chegou a noite, os Caboclos fizeram uma gigantesca roda, dançaram e cantaram a Música da Imprensa e foram iluminados pela Luz Celestial.
Fizeram acompanhamento no ritmo da voz da Autora, cujo som ecoava no espaço do Senhor DEUS. As flechas feriam os corpos de certos instrumentos musicais: tambores, atabaques, berimbau, chocalhos e outros. Eram revestidas de peles de animais das selvas, os indígenas usaram tangas feitas de peles e penas coloridas, Dançaram e cantaram no estilo africano.
Quando eu vejo
O clarão da lua
Eu vou correndo
Lá para beira do mar
Quero ver
A sereia lá no fundo
Do mar
Eu via a sereia cantando
Lá no fundo
Do mar...eu vi
A água balançar
Eu vi a onda brilhar
Com o clarão da luz do luar.
As Entidades foram chegando e formando uma linha reta dentro da Roda de Caboclo, que já estavam reunidos, festejando a data da Música da Imprensa.
A espada de São Jorge resplandeceu ainda mais com a luminosidade dos astros.
Ele ostentava uma vestimenta do século XIV. Mamãe Oxum também logo apareceu com os braços abertos. Era uma gigantesca figura com a vestimenta azul, de fazenda fina e vaporosa. O longo manto fazia brilhar uma imensidade de estrelinhas. A estampa era tão grande que começava no meio do céu e terminava nas águas do mar. A beleza e magnitude era tamanha que chegou até abalar os pilares da ponte de Paris – O monumento do Triunfo – com um relâmpago que cortou o céu: a atmosfera não deixou de dar a sua demonstração de festividade. Os críticos deste planeta podem não achar importante, mas a minha Entidade, São Jerônimo e outros Santos consagraram assim a data de 14/03/1971.
Os devotos fizeram os seu pedidos:
Chuvas para o norte do Brasil...queixaram-se que o vento açoita no deserto...no Alpes, a umidade está abaixo de zero muitos graus... no Equador, o sol está quente demais, já secaram até os riachos... os campos já não têm mais folhas verdes...o gado está morrendo de fome.... o calor está insuportável nos desertos...há muitos desenganos...muitos choram até secar o coração, de tanto sofrer por causa da guerra em diversos lugares do globo terrestre... já não existem lágrimas nos olhos de muitos, que chegam a implorar: saúde, paz, amor e justiça. Quantos já emudeceram!
Naquele dia, a chuva caiu como se Deus tivesse abençoado o povo da terra. O arco-íris – o arco da aliança - formou as sete cores, que vão formar certas figuras, as quais representam a minha identificação espiritual, cujos desenhos vão ser feitos pela autora deste livro. Ela vai utilizar as seguintes cores: tinta de tinteiro azul, líquido de apagar o estêncil e esmalte verde de pintar unhas. No entanto, muitas outras cores vão aparecer, inclusive pontinhos de ouro.
Palavras de São Jerônimo – (Xangô)