Segredos
da Revolução
A Guerra
REVOLUÇÃO – Antigamente, na Alemanha, eu fui um dos principais que sabiam algo sobre a situação do Eixo. Na vida militar, eu era oficial da Artilharia e, além disso, trabalhei como calígrafo. Aquilo significou muito para mim porque, naquele serviço, tive oportunidade de conhecer muita gente importante do lugar. Trabalhei com intensidade na caligrafia e fazia a revisão para ver se a mesma não era falsificada e se de fato confirmava o autógrafo.
Quando houve a guerra de 1419, explodiram quase todos os arquivos que continham todas as assinaturas conferidas que eu já havia feito as anotações. Acredito que até hoje ainda exista parte deste fichário, o qual continha aproximadamente mais de 4.000 fichas e muitos outros documentos importantes pertencentes aos habitantes daquela região.
O naipe do grupo era subdividido:
a) qualidade dos documentos;
b) condição da pessoa;
c) Identificação – que ainda se fazia sem método – (não se fazia), apesar das coisas estarem em pleno desenvolvimento, como a fotografia que na época não se sabia tirar;
d)
posição social dos alemães naquela ocasião.
No momento que estourou a guerra, eu estava trabalhando no cartório e na hora fiquei um pouco apreensivo, pois não sabia se deixava o cartório ou permanecia a fim de tomar conta dos documentos. A responsabilidade daquele momento foi grande demais e, em dado momento, tomei uma decisão. Imediatamente, comecei a tirar os papéis dos arquivos e os coloquei dentro de uma grande cesta de lixo. Um franciscano que estava comigo na hora teve uma inspiração e disse:
- Gutenberg, veste a minha batina e leva tudo isto lá para o Convento. Pois é o lugar mais indicado e mais próximo.
- Boa idéia - Respondi!
E assim fiz o transporte, fazendo muitas viagens e os invasores não me reconheceram. Sendo artilheiro, conhecia os planos da revolução relacionados em meu poder. Eram duas semi-retas que tinham o mesmo ponto de origem. Dentro delas, havia muitos outros traçados geométricos de forma retangular, na altura onde localiza-se ou localizava-se a Base Superior dos Militares do Rei – Os Triomenários – nome dado aos soldados romanos.
Dentro da política do Rei, eles formavam um grande grupo e vestiam roupas vermelhas e os cavalos eram todos brancos para melhor identificação da tropa. Contornaram a cidade de Mogúncia (Mainz) em traçado de formato oval, que era a capital da Renânia. Os soldados eram fortes e transpareciam estar felizes com a vitória. Recebiam indulgência do Papa, lançavam a semente da religião da Igreja Romana.
Os homens que lutavam ao lado do Príncipe eram verdadeiros quistos malignos para quase toda a população e precisavam ser derrotados. Faziam tanta maldade com os soldados romanos que, no auge das batalhas, cortavam os artilheiros a foice e faziam passar os animais por cima até matá-los. Conclusão, foi decretado exílio político no estado.
Muitas
classes contém o verme e germe da mesma espécie.
Quando meu pai manifestou vontade de casar pela segunda vez com a minha mãe, originou-se uma rixa entre minha genitora o Prefeito da Cidade, que entrou com um processo na Corte, alegando ter sido ele o primeiro marido. Ora, formada a revolução, meu pai foi obrigado a sair da Alemanha e os filhos não podiam acompanhá-lo porque a Lei não permitia ao pai exilado levar seus filhos. Diante dos acontecimentos, fiquei como se estivesse em câmera lenta.